sábado, 31 de julho de 2010

Tutu's Day

Como contei num post recente, sempre sonhei ter irmãos.

Também como contei no mesmo post, a vida demorou mas não falhou, e me deu de presente os melhores irmãos que eu poderia querer. Porque o melhor irmão é aquele que não tem apenas um vínculo de sangue, mas sim um vínculo de alma.


E é este o vínculo que eu tenho com o Arthur, o aniversariante do dia que acumulas as funções de ser meu primo, meu irmão, meu grande amigo e uma das pessoas mais importantes da minha vida... sem exagero!

Eu e Tutu temos quase uma década de diferença de idade... perto da Titia Farta aqui ele é um bebê, mas me ensina tanta coisa, e está comigo em tantos momentos que parece que já viveu muito mais do que eu. Lembro dele pirralhinho lá no interior do Rio Grande do Norte, tanto que a princípio foi meio estranho falar com ele como "gente grande" pelo Orkut quando nos reencontramos virtualmente há alguns anos.


Mas quando há identidade de alma, nada disso faz diferença, e na primeira oportunidade que tivemos nos encontramos para um almoço rápido na Cidade Maravilhosa (esta foto vai pequenininha porque não favorece muito a nenhum de nós dois), e já neste dia falamos muito mais do que comemos, os assuntos fluíam com uma naturalidade que só rola entre quem se gosta de verdade, e, mais que isso, entre quem se conhece, se entende e se respeita!

A partir daí, o céu NÃO foi o limite. A distância física nunca nos impediu de manter contato, e ele começou a participar da minha vida de uma maneira muito especial e até decisiva, eu diria.

Tutu só trouxe coisas boas pra mim. Segurou e segura minha mão nos momentos mais turbulentos, da mesma maneira que torna minhas alegrias ainda mais intensas. Me entende, me respeita do jeito que eu sou, tolera os meus defeitos e apesar disso me admira e faz com que eu me sinta verdadeiramente especial.

Por isso mesmo, eu confio 100% nele, como não confio em quase mais ninguém. Qualquer coisa que acontece comigo, seja uma bobagem engraçada ou um dramalhão mexicano, a primeira pessoa pra quem eu quero correr e compartilhar é ele. Tem sempre algo apropriado a dizer, tem sempre uma solução pra oferecer, e não mede esforços pra fazer o que for preciso.

Generosidade é talvez uma das suas maiores qualidades. Não à toa, a vida retribui, e ele é esse sucesso, em todos os sentidos! Inteligentíssimo, eu sei que vai muito, MUITO longe. É daquelas pessoas que qualquer um se orgulharia de dizer: "é sangue do meu sangue!"

Sua generosidade, aliás, vai muito além do "strictu sensu". Arthur é daqueles que, assim como eu, acredita que somar é sempre melhor do que dividir, e por isso me integrou na sua vida sem economias, me apresentou a algumas das melhores pessoas que conheço hoje, me apresentou a lugares, situações e oportunidades que eu talvez não conheceria de outra maneira, dividiu seus melhores momentos comigo, como quando viajou para a Europa e me escreveu de lá pra pedir uma opinião. Ele talvez nem saiba, mas nesse dia eu me senti realmente parte da sua vida, foi um gesto "simples", bobo até, mas que me marcou como só os pequenos-grandes gestos marcam.

Eu poderia seguir com este post rasgando toda a seda do mundo pelo meu irmãozinho querido, poderia contar mil histórias que provam e comprovam todos os motivos da minha grande admiração por ele, mas vou frear meus ímpetos prolixos e resumir tudo que sinto com as 3 letrinhas mágicas:

A-M-O !

Amo muito, admiro, sou fã, entusiasta, e espero sinceramente poder estar sempre perto pra usufruir dessa DELÍCIA que é meu Tutu! Sim, "meu", porque eu até divido com as amigas - ele já virou primo emprestado de todas elas, todo mundo quer um Tutu pra chamar de seu - mas minha generosidade tem limites, e eu faço questão do meu posto exclusivo de prima-irmã-amiga-sangue-do-mesmo-sangue-alma-da-mesma-alma! rs

Tutu,
Serei eternamente grata a Papai do Céu por ter feito nossos caminhos se cruzarem depois de tantos anos de distância, serei eternamente grata a Tia Jura por ter te colocado no mundo, serei eternamente grata por tudo que você já fez por mim (e não foi pouco!), serei eternamente grata por todos os momentos inesquecíveis que já vivemos (e tantos outros que ainda vamos viver), enfim, serei eternamente grata por você existir, fazer parte da minha vida e me deixar fazer parte da sua!

Você é especial. MUITO.
Como raríssimas pessoas são!

Seja muito feliz, absurdamente feliz, escandalosamente feliz, ilimitadamente feliz. Você merece, e eu vou estar sempre aqui aplaudindo e dizendo: "Há! Eu já sabia!!!"


FELIZ ANIVERSÁRIO!
Amo você!

P.S.: Não é LINDO DEMAIS??? Pois é!!! Também acho!!! :D

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Grandes Mulheres

Minha coluna deste mês já está no ar lá no portal Grandes Mulheres:




Aguardo visitas e comentários, como sempre!
Beijos Fartos! :D

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Colunas anteriores:

* Apologia à Autoestima (junho/2010);
* A difícil arte de manter-se jovem (maio/2010);
* Antes de mais nada, Mulher (março/2010);
* O tal do "Fat Pride" (janeiro/2010);
* Eu não sou um botijão de gás (dezembro/2009);
* A difícil arte de ser uma Grande Mulher (novembro/2009).


domingo, 25 de julho de 2010

Plimo's Day!

Sempre sonhei ter irmãos.

Tenho 3 irmãs, todas mais novas que eu, mas sempre senti falta de alguém que pudesse desempenhar um papel diferente, de dar colo, de cuidar... E até os primos, estes muito numerosos, sempre moraram longe, em outro estado, e eu cresci com essa frustração.

Mas a vida às vezes é bem generosa, e depois de muitas voltas acaba suprindo nossas necessidades, de um jeito ou de outro. E eu, privilegiada que sou, acabei ganhando - antes tarde do que nunca - os irmãos que sempre sonhei, irmãos de coração - primos de sangue, que hoje são pra mim tudo que o tão almejado irmão era nos meus sonhos: Grandes companheiros, e amigos indispensáveis.

Quando o nasceu eu já era crescidinha, e consigo me lembrar dele pirralhinho todo matuto quando eu, já adolescente cheia de "não me toques", viajei para o Rio Grande do Norte nas férias escolares. Nunca poderia imaginar que aquele molequinho magricela viria a se tornar, muitos anos depois, alguém tão importante na minha vida, que viria a ocupar um espaço tão importante e fazer as vezes do irmão que eu nunca tive.

Porque além de termos um vínculo de sangue, temos uma identidade de alma, e enquanto seres "da mesma marca", foi inevitável que nos reencontrássemos, já na vida adulta, e nos tornássemos tão próximos como hoje somos.

Não há uma única criatura na face da terra que não ame de paixão meu pLimo Júnior. Ele é dessas pessoas, que chega-chegando e conquista logo todo mundo que estiver por perto, até quem nunca o viu. É o Carisma em pessoa, um ser iluminado que torna qualquer momento mais leve apenas por estar presente.

É com ele que eu dou as melhores risadas, alivio as maiores tensões, tomo os melhores porres e converso sobre os mais complexos (e também sobre os mais banais) assuntos.

Geograficamente, ainda estamos distantes algumas centenas de quilômetros, mas o espaço que ele ocupa no meu coração faz com que esteja sempre muito perto, sempre presente em todos os momentos, e eu só posso dizer que não saberia mais viver sem a presença desta criatura em todos os meus dias, ainda que apenas (apenas?) virtualmente.

Quem alimentaria meus maiores desvarios?
Quem investiria no meu lado Beyoncé e se proporia a produzir a minha versão pessoal de Single Ladies (ou Telephone, ou Videophone)?

Quem me protegeria do Reginaldo Rossi Albino no Rock?

Quem sijogaria comigo numa festa-estranha-com-gente-esquisita e a tornaria uma balada inesquecível?

Quem desapareceria nesta mesma festa-estranha-com-gente-esquisita pra ser encontrado depois de horas dormindo num sofá?
Quem perderia o celular na balada e me perturbaria o resto da noite perguntando o número da OI?

Quem compartilharia comigo a descoberta do energético cor-de-rosa?
Quem conversaria comigo pelo MSN numa tarde de sexta-feira, estando na mesma sala que eu?

Quem me apresentaria aos funks mais bizarros que existem?
Quem me proporia tomar um porre de Absolut no Templo Zu-Lai?
Quem dançaria comigo num containner em pleno domingo à tarde debaixo de um Sol escaldante?

Quem chegaria na Fartolândia feliz da vida por ter ficado com a mantinha da 1001?

Quem me levaria pra ver um jogão de vôlei sem reclamar do meu salto 15 em pleno ginásio esportivo?

Quem aumentaria meu decote para que minha famosa lingerie de oncinha ficasse visível?
Quem tomaria chá de braços cruzados comigo no Khan El Khalili?

Quem discutiria comigo sobre as mais improváveis formas "alternativas" para ficar rico?
Quem levaria café da manhã pra mim na quarta-feira de cinzas, depois de uma terça-feira de carnaval baphônica?
Quem esqueceria um milhão de coisas na minha casa toda vez que vem me visitar?
Quem tiraria as fotos mais engraçadas de todos os tempos?

Quem inventaria a expressão "cara de leite condensado"?

Quem imortalizaria a expressão "fazer bainha"?
Quem faria as melhores piadas?

Quem tiraria de mim as melhores gargalhadas?

Quem alegraria até os meus mais melancólicos dias???

São tantas histórias, tantos baphos, tantos momentos inesqueciveis e memoráveis que eu poderia virar a noite escrevendo sobre eles aqui...


O é desses: que não veio ao mundo a passeio, que veio para causar, para fazer a diferença, para registrar sua marca por onde passa, e para iluminar a vida de todo mundo que tem o privilégio de conviver com ele.

Hoje é o aniversário dessa pessoa incrível que eu tanto amo. E este humilde post é uma sincera homenagem que eu faço ao meu pLimo querido, que merece só o que de melhor a vida puder oferecer!

Amo muito você, pessoa!

E brindaremos essa data especial tão logo seja possível... porque nós somos desses: não perdemos uma boa oportunidade de brindar, né não???


PARABÉNS!!!

Seja absurdamente Feliz, e não esquece de mim quando ficar rico, tá?

terça-feira, 13 de julho de 2010

Caquinhos

Há alguns meses uma cerâmica (piso) da minha lavanderia quebrou. Quebrou em vários pedacinhos, mas eu a deixei lá, no mesmo lugar, como se fosse um quebra-cabeças montado no chão.

Vez ou outra, pisando no local, um pedacinho se soltava desmontando o mosaico, e eu parava qualquer coisa que estivesse fazendo para realocar a pecinha no seu devido lugar, um ato quase instintivo.

Outro dia uma amiga esteve aqui em casa e se sentou comigo lá na lavanderia, meu cantinho preferido pra dar umas baforadas e jogar conversa fora. Intrigada com aquela quadradinho todo triturado, ela me perguntou por que eu não tirava logo o piso quebrado e substituía por um inteiro.

Eu, obviamente, não soube o que responder. De repente parecia fazer todo sentido do mundo o que ela estava dizendo, e me senti meio estúpida por ainda não ter feito o óbvio. Ainda assim, novamente por instinto (e uma certa teimosia, confesso), disse que o piso quebrado ficaria ali até eu ter tempo de substituí-lo, e que o assunto estava encerrado.

Ouvi várias explicações lógicas e óbvias para mudar de ideia: "Pode machucar o pé de algum desavisado que passe descalço!"; "Segundo o feng-shui ter coisas quebradas em casa não é auspicioso"; "está feio"; etc e tal, mas ainda assim me mantive inflexível na minha teimosia.

Queria meus caquinhos ali, amontoadinhos; queria poder colocar as pecinhas no lugar tantas vezes quantas fossem necessárias; queria manter o piso sem buracos, ainda que no meio dele houvesse um mosaico de caquinhos; queria manter as coisas exatamente como elas estavam, porque de certa forma era mais cômodo assim.

Hoje mais uma vez, como de costume, peguei meu notebook e me sentei no chão da lavanderia para dar uma relaxada. Acendi um cigarrinho de menta e enquanto dava minha primeira baforada, fixei o olhar no piso quebrado. De repente aquilo me incomodou de um jeito indescritível, e no instante seguinte eu já estava de pé, recolhendo todos os pedacinhos e jogando-os dentro de um saco de lixo.

Ficou um buraco no lugar. Um buraco empoeirado e cheio de rebarbas e outras sujeirinhas que foram se alojando ali através das frestas. Um buraco feio, mas inteiro, sem pedaços, sem emendas.

Varri, passei o aspirador de pó, um pano úmido com desinfetante, e finalmente me sentei de volta no meu cantinho, agora olhando fixamente para aquela abertura de cor de cimento no meio do chão branco.

Senti falta dos caquinhos. Eu realmente estava acostumada com eles, acostumada a recolocá-los dia após dia, mas a sensação de não ter mais que ficar juntando pedacinhos de certa forma me aliviou. Até porque agora ou eu compro uma cerâmica nova e inteira para tapar o buraco, ou me acostumo com o vazio, um vazio também inteiro.

Chega de pedacinhos. Chega de juntar caquinhos!

Assim também devíamos agir com os assuntos do coração.

Eu não gostaria de ter meu coração quebrado. Da mesma maneira que odiaria quebrar o coração de alguém. Mas às vezes é inevitável, faz parte da vida, e mais cedo ou mais tarde todos nós somos obrigados a lidar com os nossos próprios caquinhos.

Quando isso acontece, a primeira reação que temos, seja por instinto, por obsessão, por teimosia, ou até mesmo por falta de amor próprio, é ficar juntando pedacinhos de um amor que se quebrou, é tentar recolocar dia após dia cada pecinha minúscula no lugar, como se pudéssemos restaurar aquilo que um dia foi um amor inteiro.

Não, não podemos!

Assim como a minha cerâmica, cola nenhuma é capaz de devolver a forma original de um amor partido. Você pode ter cada pecinha caprichosamente posicionada como um perfeito quebra-cabeças, mas ainda assim você terá apenas um amor em mosaico, trincado, em fragmentos, que jamais voltará a ser inteiro e por isso mesmo jamais voltará a pulsar com a mesma potência.

Reconhecer que um amor quebrado jamais voltará a ser como um dia foi é um processo doloroso, que causa tanto sofrimento quanto ou até mais do que a própria quebra. Mas é um passo importante e necessário.

Porque, assim como aconteceu com a minha cerâmica, enquanto mantemos os caquinhos no lugar, não damos espaço para que um novo amor venha ocupá-lo.

E ficamos vivendo de migalhas, e vamos esfolando cada um dos pedacinhos nesse processo de monta-e-desmonta, e depois de algum tempo eles nem se encaixam mais, e vão deixando buracos que abrem espaço para sujeirinhas que podem contaminar pra sempre a capacidade de amar.

Ninguém escolhe ter o coração partido. Mas acontece. E se acontece, que salvemos pelo menos o que foi bom, que guardemos as boas lembranças, e então tenhamos a coragem necessária de jogar os caquinhos fora, limpar toda a sujeira que ficou e deixar o espaço completamente livre e pronto pra receber um novo amor.

Não estou dizendo que é fácil. Não foi fácil nem mesmo me livrar dos caquinhos da minha cerâmica, o que dirá de um amor quebrado... Mas com um pouco de esforço a gente consegue. É importante tentar. É importante conseguir!


Como diz uma velha música do Guilherme Arantes:

"Pra que ficar juntando os pedacinhos
do amor que se acabou...

Nada vai colar,

nada vai trazer de volta
a beleza cristalina do começo,
e os remendos pegam mal...

Logo vão quebrar...
Afinal a gente sofre de teimoso
Quando esquece do prazer..."

Não há sensação melhor no mundo do que sentir que estamos prontos novamente pra receber tudo de bom que o amor pode nos dar.

Que venham novos amores... e que sejam infintos e inquebráveis enquanto durarem!

sábado, 10 de julho de 2010

Johan's Day

Está escrito no meu testamento:
"Deixo ao querido amigo Johan Salvatierra a difícil tarefa de satisfazer meu último desejo. Entreguem Dona Farta para ele, e ele saberá dar o destino certo."

Ok, ok, é uma "piada interna" consideravelmente bizarra, mas através dela dá pra saber que tipo de amigo o Johan é: Desses a quem a gente entrega a tarefa mais surreal, porque sabe que ele vai dar conta!

Conheço essa figura há pouco tempo. Algo próximo de meia dúzia de meses, 150 dias, por aí... Quase nada, diriam os mais conservadores, mas tempo suficiente para que tenhamos nos conhecido o bastante, a ponto de eu considerá-lo um amigo muito especial, digno de uma humilde homenagem aqui no meu cantinho.

Porque somos da mesma marca, como costumo brincar; porque somos parecidos em muitas coisas (embora absolutamente diferentes em tantas outras), mas, principalmente, porque dominamos como ninguém a arte de viver intensamente do jeitinho que nós somos, sem fazer média, sem fazer tipo, sem deixar a nossa essência de lado.

E pra ser assim, pra ser amizade e pra ser valiosa, pouco importa o tempo. O que importa de verdade é... a intensidade da relação que se estabelece!

Foi um encontro de almas. Desde a primeira conversa no chat do facebook, muitos pensamentos em comum e sempre muita, muita risada. Desde então, não há uma única vez que eu vá fazer qualquer coisa que não queira carregar o Johan comigo. Porque ele é capaz de tornar até a festa mais estranha pura diversão, porque não há programa furado quando ele está por perto!

Uma pessoa leve, gostosa de se conviver, divertido (uma das características que eu mais prezo em qualquer pessoa), descolado, talentoso, chiquérrimo, dedicado a tudo que faz, generoso, amigo de verdade, e muito, muito querido!


Além, é claro, de ser essa delícia! Lindo de viver!

Temos sempre conversas ótimas. Adoro que me chama de "Fartura"; adoro quando me liga do nada só "pra encher o saco"; adoro quando quebra a tensão soltando uma piadinha espirituosa; adoro quando causa a maior baderna no Facebook com seus comentários geniais; adoro quando se joga na pista de dança e arrasa; adoro quando planejamos juntos meu ensaio fotográfico e viajamos nas ideias de produção; adoro quando bebemos todas e ficamos ainda mais elétricos; adoro quando ele compartilha suas histórias comigo, e adoro compartilhar as minhas com ele; Adoro. Adoro muito!

Melhor ainda é saber que por trás dessa figura rara que todo mundo adora existe também um cara super sensível, que acredita no amor, nas relações, nas pessoas, que ama a família e baba publicamente pela sobrinha linda, que trabalha arduamente pra conseguir aquilo que quer, e que não se abala com qualquer bobagem, porque tem maturidade suficiente pra saber viver e se divertir sem perder o foco dos seus objetivos.

Um super amigo que eu ganhei de presente neste ano e que espero que fique por perto durante muito tempo , porque é o tipo de pessoa que realmente faz a diferença!

E este é o final de semana dele. Aniversário que vai começar em grande estilo - como ele merece - numa super balada daqui a pouquinho, e eu, claro, vou lá pra ferver com ele, celebrar com ele, bebemorar com ele e me divertir muito, como sempre acontece!

O aniversário é seu, Johan, e o presente é nosso, pela oportunidade de desfrutar mais um pouquinho de ti...

...
Esta é apenas uma humilde e quase piegas homenagem, amore, mas que eu a faço assim, fartíssima de carinho e de desejos de que você tenha mais um ano absolutamente glamuroso e feliz! Arrasa!!!
...

FELIZ ANIVERSÁRIO, JOHAN DELICIOUS!
LOVE YOU!!!

sábado, 3 de julho de 2010

Dr. Tchaik's Day

Peço licença pra vocês, fiéis leitores (*cof*cof) pra fazer uma declaração de amor explícita aqui no meu cantinho...

Hoje é o aniversário de uma das pessoas mais "leves" que eu conheço, e quem me conhece de verdade sabe como esse é um requisito importante pra eu gostar de alguém.

Quando digo "leve", estou me referindo à leveza da alma, àquelas pessoas de quem é impossível não gostar, àquelas pessoas que são lindas na essência, àquelas pessoas que agregam muito sem nos tirar nada, àquelas pessoas que brilham simplesmente por existir.

Conheci o Rodrigo há apenas alguns meses, mas é como se fôssemos amigos há séculos... Sabe quando rola um encontro de almas? Então!

Uma criatura que se tornou fundamental pra mim, assim como pra qualquer pessoa que tenha o privilégio de cruzar o seu caminho. Como eu gosto dessa figura! E como me divirto com ele!

Estamos separados por algumas centenas de quilômetros, eu em Sampa e ele nos Alpes Curitibanos, mas ainda assim ele faz parte da minha vida e ocupa um lugar mega especial no meu coração.

Há algumas semanas, no meu aniversário, ele cruzou esses quilômetros e esteve na Terra da Garoa só para celebrar comigo, e agora é a minha vez de fazer o caminho inverso pra celebrar com ele mais uma primavera muito bem vivida. Viagem, aliás, que foi presente de aniversário dele pra mim, e muito mais do que o presente em si, o que me emocionou de verdade foi perceber que ele fazia questão da minha presença no seu dia.

Pequenos gestos que fazem tanta diferença, como não me canso de dizer... Coisas que a gente não esquece jamais!

Estou desde ontem em Curitiba City desfrutando em tempo integral a companhia desta delícia, e não tenho outra definição pra este final de semana que não seja "terapia do riso". Bom demais!!!

Por isso vim aqui no meu humilde cantinho, Rô, pra registrar pra quem quiser saber que eu te amo do fundo do coração, te admiro e torço muito por ti, em todos os sentidos...
Quero estar pertinho pra aplaudir todas as suas conquistas, pra rir de todas as paspalhices, pra comemorar muitos outros aniversários, e pra ferver sempre, porque taí uma coisa que a gente sabe fazer muito bem, né???
**Brindando com champanhe, é claro, porque a gente é fino, né, bem??? hahaha



Feliz Aniversário, Delícia!!!


E faça o favor de ser muuuuuuuuuuito feliz! Isso é uma ORDEM!!!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Autoajuda barata... Ou, "Desenhando um Outdoor"

Estava recomendando o filme "Into the Wild" (imperdível!) a uma querida amiga esta noite, e ao ver o trailler ela destacou uma frase que a princípio parece piegas, mas que na verdade é da mais pura e simples sabedoria:

"Se você quer alguma coisa na vida, vá até lá e pegue-a".

Eu já vi o filme algumas vezes, está entre os meus preferidos, sempre faço muitas reflexões após assisti-lo, mas talvez justamente pela simplicidade desta citação, nunca me apeguei especificamente a ela. Hoje foi diferente.

Porque, olha, se tem uma coisa que me irrita profundamente nesta vida é passividade das pessoas. É essa mania que as elas tem de querer tudo, mas não fazer nada pra conseguir. É essa inércia coletiva que criou uma sociedade parasita onde as pessoas se preocupam muito mais em questionar / criticar as conquistas alheias do que alcançar suas próprias conquistas, onde as pessoas optam pelo caminho mais cômodo de não correr riscos e não se conformam com os louros das vitórias (ou até mesmo dos fracassos) daqueles que metem as caras e vão à luta.

Não mexer em time que está ganhando é uma atitude conservadora, mas minimamente inteligente. Agora, não mexer em time que só dá bola fora é estupidez, é burrice!

Mas muita gente opta por este caminho, aparentemente mais cômodo, além de lhes municiar do oportuno argumento "eu não estava jogando com um time bom, então não tive chances", ou, trocando em miúdos, "a vida não foi legal comigo".

Derrotismo. Passividade. Covardia. As pessoas não tem coragem de virar o disco, de mudar a trilha, de pegar outro caminho, de testar novas possibilidades. Ficam reféns de seus próprios medos e costumes, e limitam-se a uma vida medíocre, onde nada acontece, porque nenhum risco é assumido.

Essas mesmas pessoas costumam jogar a culpa de todas as suas frustrações nos outros: No Governo, na vontade Divina, na origem pobre, no namorado ou namorada que foi incompreensivo, nos amigos que lhes viraram as costas, nas oportunidades que não tiveram, e por aí vai.

Eu tenho preguiça de gente assim. Porque é esse tipo de gente que vive de cuidar da vida alheia, que vive de apontar os defeitos dos outros e diminuir as conquistas alheias, como forma de minimizar sua própria insignificância.

Gente que se vitimiza, mas não ousa dar a cara a tapa pra tentar virar o jogo. Gente passiva. Gente que passa pela vida sem fazer a menor diferença.

Não se enganem, meus queridos, o mundo está repleto desta espécie, e o que me assusta é perceber que eles multiplicam-se cada vez mais rápido, estão em todas as partes, na vizinhança, na carteira ao lado na faculdade, na mesa ao lado no trabalho, na sua lista de amigos das redes sociais, na sua família.

Viver é uma tarefa cada dia mais ingrata. Estamos cada vez mais expostos, e quanto mais nos destacamos, mais somos alvo da maledicência desta gentinha. Resistir é uma tarefa bem difícil, mas é possível. Há que se neutralizar os zeros à esquerda, dar a eles a importância que merecem - nenhuma - e seguir adiante em busca dos próprios ideais.

Bom Humor, Criatividade, Coragem, Ousadia e Flexibilidade são requisitos essenciais para que uma pessoa seja minimamente interessante, pelo menos pra mim.

E é destas pessoas que quero me cercar. É gente assim que quero perto de mim. Porque de Técnico burro, já nos basta o Dunga!

Sejamos Técnicos inteligentes das nossas próprias vidas, e busquemos aquilo que desejamos com todo o empenho, sem medo de arriscar e sem medo de errar, porque quem não erra não cresce, e eu não vim a este mundo pra ser um ser pequena, vazia, desinteressante!

Não quero o titulo de "certinha", abomino pessoas perfeitinhas, abomino pessoas que seguem regras cegamente e nunca contestam nada, não gosto de gente que simplesmente se conforma, sem sequer cogitar uma alternativa.

Prefiro quebrar a cara mil vezes pra acertar uma, do que nunca quebrar a cara, mas também nunca acertar.

Intensidade. Há que se viver intensamente.

A vida já é difícil o bastante pra gente passar por ela desapercebido. Eu, pelo menos, estou aqui pra fazer a diferença. Pra causar. Pra deixar minha marca. Às vezes (muitas vezes) cometer grandes erros, mas tentar sempre, e me acomodar jamais!

Sei que tudo isso parece autoajuda barata, mas as pessoas cegam para o óbvio, e às vezes a gente precisa desenhar. Desenhar um Outdoor.

Ninguém ganha na megasena se não jogar.

Você pode perder uns trocados apostando. Mas também pode ficar milionário.

É isso.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pausa para uma breve reflexão e alguns agradecimentos

O desespero para viver intensamente meus últimos momentos da velha idade foi tão grande que eu sequer consegui fazer meu habitual balanço pessoal aqui no Blog...

Mas o fato, meus queridos, é que a idade de Cristo já era, e desde o último sábado eu sou uma mulher mais velha, agora com assustadores 34 anos de vida completos...

Ahhhh, implacável tempo!

Não, ainda não cheguei na fase de querer mentir a idade; no fundo no fundo eu me orgulho muito dos meus 34 aninhos, e se vocês querem saber a bem da verdade acho até que estou hoje bem melhor do que há alguns anos... Me esforço, vocês sabem, e às vezes dá certo! Estou linda interna e externamente, me sinto poderosa, inteligente, forte, querida, me sinto capaz de fazer coisas que nunca antes achei que pudesse fazer, me sinto livre...

Claro que tenho meus momentos de caos, quando me sinto "o cocô do cavalo do bandido", mas sou mulher, tenho TPM e hormônios constantemente descontrolados, e se não fosse assim, não seria eu.

Megalomania à parte, decidi não fazer balanço nenhum, porque posso definir tudo o que vivi nos meus últimos 12 meses de vida com uma única palavra: INTENSIDADE.

Nunca fui tão intensa, nunca me senti tão intensa, nunca busquei tanto a intensidade em todas as coisas...

Vivi algumas das situações mais marcantes da minha vida no último ano. Boas e Ruins. Prazerosas e Dolorosas. Divertidas e Tristes. De sucesso e de fracasso. De amor e de ódio.

Sobrevivi... porque, como costumo dizer, "Eu sempre sobrevivo". Por isso mesmo o que realmente importa, agora que mais um ciclo se fechou, é que tudo foi muito intenso, e isso fez a diferença, isso me trouxe as melhores lições e me fez crescer sem envelhecer.

Não, não me sinto velha. Brinco sempre com isso, mas me sinto na verdade muito mais jovem do que há alguns anos, quando a verdadeira mulher que há em mim encontrava-se aprisionada numa vida que nunca foi pra mim, mas que me era conveniente por muitos motivos que não vêm ao caso agora...

É como se eu estivesse me reinventando... É como se eu estivesse me redescobrindo... E poder fazer isso aos 33 anos, com um filho de 9 anos, um casamento encerrado e muita água passada debaixo da ponte é motivo para eu me sentir privilegiada... Porque todo mundo sempre espera que a gente entregue os pontos e apenas deixe o barco correr, mas eu não sou dessas, e se não me sentir totalmente no comando das coisas eu paro tudo e começo de novo, quantas vezes forem necessárias.

Para viver assim paga-se um preço bem alto, e comigo não é diferente. Os holofotes estão cada vez mais direcionados a mim, julgamentos vem de todos os lados e lidar com isso na prática nem sempre é tão fácil como na teoria, mas eu sigo sobrevivendo... Às vezes dói, às vezes desanima, mas eu não sou a Dona Farta à toa, então... Vou à luta, porque agora, mais do que nunca, quero escrever a minha história do meu jeito, no meu ritmo, satisfazendo as minhas vontades, de acordo com as minhas verdades.

E que venham os próximos dias desta nova idade... E que tudo continue intenso, porque é só disso que preciso pra me sentir cada vez mais forte!

= = = = = = = = = = = =

Para celebrar um momento tão importante, e estimulada por algumas das pessoas mais especiais da minha vida, comemorei meu aniversário em grande estilo e vários capitulos durante todo o último final de semana, e não é à toa que ainda hoje, 2 dias depois, eu esteja completamente destruída fisicamente... Foi uma maratona de agito, e o melhor é saber que todo mundo ficou com um gostinho de "quero mais"... Festa boa é assim: Inesquecível!!!

O #DonaFartasDay começou já na 6a. Feira à noite, quando a criatura mais fofa de toda a fofolândia - o queridíssimo Rodrigo Tchaik - chegou de Curitiba especialmente para celebrar comigo. Juntamo-nos às minhas fiéis escudeiras e amigas e irmãs e minhas chatas preferidas Érica e Sissi e nos jogamos nas empanadas argentinas do Patagônia, com direito a muita conversa picante & engraçada, bem do jeitinho que gostamos!

Na manhã seguinte tivemos o super café da manhã com a galera "importada" do Rio de Janeiro: meus queridos primos-irmãos Arthur e Júnior, e os amigos-delícias Roberto, Roberta, Daniel e Patrick, além, é claro, do meu filhote-razão-da-minha-vida super Zelão.

À noite foi o momento da ferveção, numa Festa-Balada-Whatever num lugar lindíssimo, cheio de gente linda, sendo que os mais lindos da lindolândia eram justamente os meus convidados, todos animadíssimos e divertidíssimos, porque é assim que a gente sabe viver!

Ouvi dizer que vão mudar o nome do "Lounge Pink" para "Lounge Farto", porque, né? Não há outra definição para o que rolou por lá! Muuuuuuuuuuita Fartura!

Só os melhores, só os Top Delícias... Júnior e Beto, que garantiram muuuuuuitas risadas e algumas das melhores fotos da noite; Tutu, que eu amo incondicionalmente, até quando ele vai embora muito antes de todo mundo **cof cof**; Betta, a Quintellíssima cujo superlativo é autoexplicativo; Rodrigo Tchaik, o mais querido de todos, que protagonizou comigo algumas das fotos mais engraçadas da noite (além do presente, um capítulo à parte!); Pat, mais divertido do que nunca; Dani, mais lindo do que nunca, que levou mais delícias para o Lounge Farto e me deu o prazer de conhecer essas figuras raríssimas que são Rafik, Rodrigo e Roberto; Johan, a melhor companhia do mundo todo em qualquer ocasião, que além de ter me recomendado o lugar, ainda nos apresentou ao fofo do Flávio; Ricardinho e Eduardo, lindos e queridíssimos; Paris Paula - a chefinha do Grandes Mulheres, que além de me fazer sentir uma DIVA de verdade, ainda levou seus 2 roommates fofos que eu adorei conhecer; Ligia - minha maninha linda - e Thiago, que eu tenho certeza que se divertiram horrores (as fotos não mentem! rs); Fabi, querida, por quem todo mundo se encantou, e que, "aimeudeus", conheceu a Dona Farta! rs (#interna); e, claro, minha maninha do coração Érica SuperBrux, que além de ter encarado uma balada totalmente sem perspectivas (pra ela), manteve o bom humor, a animação, e ainda foi responsável pelos melhores flagras da noite, todos registrados em fotos que infelizmente, tenho que dizer, são impublicáveis! rsrs

Foi uma noite animadíssima... Rendeu muitas histórias divertas e, o que é melhor, expandiu o círculo de amizades da galera, já que no dia seguinte era até engraçado ver todo mundo se adicionando no Facebook, no Twitter, etc e tal. Adoooro essas conexões! rs

As comemorações do #DonaFartasDay ainda se prolongaram até o domingo, quando rolou um almoço japonês delicioso com Tutu, Junior, Beto, Betta, Érica, Sissi (a querida Japs que finalmente deu as caras! rs), Zelão e Ariadne, e depois, à noite, um jantarzinho em família com meu filho, meu pai, minhas irmãs e meus cunhados, encerrando-se assim a passagem dos meus 33 para os 34 anos.

Além de toda essa festança que contei acima, recebi também o carinho de muita gente especial por telefone, email, twitter, facebook, SMS, etc., e cada recadinho foi recebido com muito carinho, porque quem me conhece sabe como eu valorizo esses pequenos gestos!

Um dos presentes mais lindos que eu ganhei foi este post que o querido Jorge fez pra mim no Blog dele. Me emocionou, e quem estava comigo na hora que eu li viu o quanto eu fiquei feliz com essa demonstração de carinho e admiração. Uma pena que você não tenha podido vir, Jorge, mas eu sei que cada palavra que você escreveu veio do coração, até porque somos bem parecidos, né??? Obrigada mais uma vez... foi lindo, das coisas mais lindas que já fizeram pra mim!

Uma outra pessoa pra lá de especial e que por um infortúnio de última hora não pôde chegar até a festa foi um dos grandes presentes que eu ganhei nos ultimos tempos... Daqueles "achados" da internet (obrigada, Márcio!), o querido Lucas Bertolini, que não apenas faz aniversário no mesmo dia que eu como nasceu no mesmo dia, mês e ano... dessas coincidências da vida, não à toa nos gostamos tanto, e ele também fez uma menção a mim no Blog dele que me deixou toda boba! Obrigada, amoreee!!! Nós somos os melhores! rsrs

Finalmente, preciso citar o lindo do Teco, que não pôde estar presente também por motivos de força maior, mas que é um amigo muito querido e demonstra sempre muito carinho por mim, e teve a gentileza de me ligar lá de onde estava no sábado só pra mais uma vez me fazer sentir querida e especial... Te adoro muito, Tequinho! E vamos jantar porque eu quero meu presente!!! rsrs


Eu precisava fazer um agradecimento assim, de coração aberto, porque realmente me sinto especial por ter cada um desses amigos na minha vida, porque realmente amo demais as pessoas que me aceitam como eu sou, e amo mais ainda aquelas que ainda não aceitam mas se esforçam... Independentemente de quem eu citei ou não aqui, amigo ou família, cada um sabe o tamanho da importância na minha vida, cada torpedo, telefonema, tweet, scrap, uma rosa, um bombom, uma bala, um abraço, um beijo, um "tudo de bom", cada mensagem tem o mesmo tamanho dentro de mim, cada pessoa ocupa o mesmo espaço no meu coração...

Porque, vocês sabem...

Não sou a Dona Farta à toa!!!

OBRIGADA, meus amores!!!
Muita Fartura pra todos nós!
Sempre!!!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Pelo poder do Arco-Íris!!!

Email recebido esses dias, solicitando aprovação de um comentário deixado em uma postagem de 2 anos atrás:

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Preconceito é Crime!":

"Tenho pena de você! Em primeiro lugar porque você conhece (ou conheceu) a palavra de Deus e no fundo do seu coração você sabe que está errada.
Em segundo lugar, porque os homossexuais precisam de tanta proteção? Porque não temos essa proteção para os menores abandonados, para os que sofrem com a seca no nordeste, o que os homossexuais tem de diferente que não estão assegurados pela Constituição? Todos são iguais perante a lei, homem ou mulher! Homossexualismo não é um sexo, não existe um cromossomo xyz, é um COMPORTAMENTO de livre escolha de cada um que não merece um tratamento diferente da legislação que protege/condena uma pessoa do sexo masculino ou do sexo femimino!"

A postagem em questão, entitulada "Preconceito é Crime" - que você pode conferir na íntegra clicando aqui - abordava a então polêmica PLC 122/2006, que previa a criminalização da Homofobia. Apesar de ser um texto "antigo", escrito há 2 anos, é um dos posts mais acessados no meu Blog até hoje segundo o Live Traffic Feed.

Li e reli o comentário acima algumas vezes. Tentei ignorá-lo, principalmente por ser uma "opinião" escondida covardemente atrás do anonimato, mas não consegui simplesmente deixar pra lá, e é por isso que compartilho esta pérola da ignorância e do preconceito com vocês, queridos leitores. Uma triste amostra do pensamento que infelizmente ainda domina nosso mundo real.

Não vou reabrir a discussão sobre o preconceito porque já disse quase tudo que penso lá no post original e em vários outros em que abordei o assunto, e quem me acompanha aqui e me conhece um pouquinho sabe muito bem qual é a minha posição diante do preconceito de qualquer natureza: NOJO.

Queria apenas aproveitar que hoje é o primeiro dia do mês de Junho - mês do Orgulho LGBT em todo o Mundo e 14o. mês do Orgulho LGBT em São Paulo - para mais uma vez dizer que precisamos acabar com o preconceito se quisermos viver em um mundo melhor, precisamos aprender a respeitar as diferenças e ensinar isso para os nossos filhos desde pequenos, precisamos conjugar mais do que nunca o verbo RESPEITAR e AMAR o próximo pelo ser humano que ele é e não pelas escolhas que fez ou pela maneira que vive, enfim, precisamos nos preocupar menos com a vida dos outros e cuidar mais das nossas próprias vidas, porque a verdade é que cada um tem o direito de ser o que quiser, do jeito que quiser...

Ainda é apenas utopia. Ainda é um sonho distante. Mas há de se tornar realidade um dia...

Pelo poder do Arco-Íris!!!

domingo, 9 de maio de 2010

MÃE

Dia das Mães.

Não há nada que eu possa falar hoje que eu já não tenha dito aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui ou aqui.

A saudade infinita que sinto da minha mãe é tema recorrente no Blog, e hoje, pensando no que eu escreveria pra ela, me ocorreu que já não encontro mais palavras pra expressar o que esta falta significa na minha vida.

Porque tudo na vida é finito, exceto o amor de mãe e a saudade que tenho da minha grande heroína.

É o 5o. Dia das Mães sem ela. Pela 5a. vez, esse segundo domingo de Maio não parece ter o menor sentido. Pela 5a. vez a saudade aperta e dói tanto que é impossível descrever. Pela 5a. vez eu choro copiosamente, inconformada por não tê-la aqui comigo...

Ela era meu chão, meu porto seguro, minha conselheira, minha confidente, meu exemplo, meu tudo. Continua guiando cada um dos meus passos, eu sei, mas não posso dizer que sua presença espiritual na minha vida me basta, porque eu queria mesmo poder beijá-la, abraça-la, deitar no seu colo e conversar horas e horas sobre todas aquelas coisas que há 5 anos não tenho mais com quem conversar... Esse vazio nunca acaba. Esse vazio dói cada vez mais.

Ainda assim, sobrevivo. Simplesmente porque foi Ela que me ensinou a ser guerreira e não desistir nunca, foi ela que me transformou na mulher de verdade que eu sou hoje, e vivo cada um dos meus dias focada no objetivo de jamais decepcioná-la, de deixá-la orgulhosa de mim, de fazê-la sorrir lá no céu feliz pelos frutos das sementes bem cultivadas.

Será assim todos os dias enquanto eu viver...

Porque sou filha de Dona Fátima, e tenho uma missão a cumprir. Porque sou filha de Dona Fátima, e ela me ensinou a seguir sempre em frente. Porque sou filha de Dona Fátima, tenho o sangue dela, a personalidade dela, e a obstinação que ela me ensinou a ter pra enfrentar essa jornada duríssima que é a vida.


Porque sou filha de Dona Fátima, e vou amá-la pra sempre... SEMPRE!

Feliz Dia das Mães, mãezinha!!!



"... no ventre da mãe bate o coração de Clara, Ana, e quem mais chegar..."


Essa foi uma das canções cantadas pelo meu filho na Missa das Mães realizada pelo Colégio na manhã deste sábado. Uma linda e singela canção, que neste trechinho que destaquei resume perfeitamente o amor de mãe: Ele é infinito... para Clara, Ana, e quem mais chegar.

Só as mães são capazes de tanto amor!

E eu sei disso porque fui muito amada pela minha mãezinha, assim como amo de maneira incomensurável o maior tesouro que tenho nessa vida: Meu filho.

Ser mãe é uma dádiva. É a viagem mais alucinante que se pode fazer. É a aventura mais emocionante que se pode viver. É a experiência mais intensa que se pode ter...

Sou grata por ter sido digna de tamanho privilégio. Sou grata por ter sido digna de um filho tão incrível. Sou grata por poder ser mãe e conhecer o verdadeiro significado do amor incondicional.

Feliz Dia das Mães!